Carioca e botafoguense, a jornalista Lívia Breves está sempre pronta para conhecer um lugar novo ou bater ponto em um clássico da cidade. Adora harmonizar vinho branco com batata frita e pode ser vista na praia tranquila e na pista fervida; na roda de samba e no salão do restaurante estrelado. Muitas vezes, tudo em um mesmo dia.

Há mais de uma década escreve sobre gastronomia, arquitetura, design, moda, arte e viagem, e, nos últimos anos, esteve à frente da seção de lifestyle da Revista Ela, do jornal O Globo, para onde segue colaborando, além de ter seu próprio estúdio de conteúdo. Como editora da Time Out Rio de Janeiro, fará o que mais gosta: buscar novidades, avaliar experiências e contar boas histórias.

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Lívia Breves

Lívia Breves

Editor, Time Out Rio de Janeiro and Brazil

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Articles (19)

Os melhores quiosques no Rio de Janeiro

Os melhores quiosques no Rio de Janeiro

Poucas cidades no mundo vivem a praia como o Rio de Janeiro, e os quiosques à beira-mar são parte essencial dessa experiência. Espalhados ao longo da orla, eles vão muito além do chope gelado e do mate clássico, reunindo hoje boa gastronomia, drinques criativos, música e cenários perfeitos para ver o sol se pôr. Dos mais descolados aos sofisticados beach clubs, são perfeitos para aproveitar o melhor do Rio com os pés na areia e o mar logo à frente.  
Time Out editors on where you should travel in 2026

Time Out editors on where you should travel in 2026

A new year is upon us. Many will be locking in on a new gym routine. Others will be embarking on Dry January. But you? You’re setting your sights on seeing more of the world in 2026. And we’re right there with you – there’s no better time than now to start dreaming and planning some big adventures for the year ahead. So, where to go? Our Time Out editors, from South Africa to Sydney, have a few ideas up their sleeves. After all, this lucky lot make a living from exploring their corners of the world, discovering the next best cities, cool neighbourhoods and emerging travel destinations. Our recommended 2026 travel hotspots include Unesco’s next World Book Capital in Morocco, a new thermal wellness destination in the Canadian Rockies, unspoiled beach towns in Brazil – and many, many more where that came from. This is Time Out’s rundown of the best places to travel in 2026 – and how to plan the perfect trip in each.RECOMMENDED:🤩 The 26 best new things to do in the world in 2026🎵 The biggest and best music festivals to go to this year🖼️ 19 exhibitions worth travelling for in 2026 Grace Beard is Time Out’s travel editor. At Time Out, all of our travel guides are written by local writers who know their cities inside out. This guide includes affiliate links, which have no influence on our editorial content. For more information, see our affiliate guidelines. 
Para onde você deve viajar em 2026? Os editores globais da Time Out te contam!

Para onde você deve viajar em 2026? Os editores globais da Time Out te contam!

Um novo ano começou. Muitos vão se dedicar a uma nova rotina de academia. Outros devem embarcar no Dry January. Mas você? Se você decidiu conhecer mais do mundo em 2026, nós estamos com você. Não há momento melhor do que agora para começar a sonhar e planejar grandes aventuras do ano. Então, para onde ir? Os editores da Time Out, da África do Sul a Sydney, têm algumas ótimas ideias. Afinal, esse grupo privilegiado vive explorando seus próprios cantos do mundo, descobrindo as próximas grandes cidades, bairros mais descolados e destinos de viagem emergentes. As recomendações para 2026 incluem desde a próxima Capital Mundial do Livro da Unesco, no Marrocos, até um novo destino de bem-estar termal nas Montanhas Rochosas do Canadá, passando por vilarejos de praia ainda intocados no Brasil, entre muitos outros lugares. Este é o guia da Time Out com os melhores destinos para viajar em 2026 e dicas de como planejar a viagem perfeita para cada um deles!
As melhores sobremesas para encomendar no Natal

As melhores sobremesas para encomendar no Natal

Com açúcar e com afeto. Se tem uma coisa que combina com o clima de fim de ano é uma mesa cheia de doces que fazem qualquer um esquecer a dieta sem culpa. O panetone aparece em todas as versões possíveis, do clássico às versões lotadas de chocolate, enquanto a Bûche de Noël garante aquele toque francês cheio de charme. Rabanadas quentinhas, pavês que somem rapidinho da travessa, biscoitos decorados e tortas cheias de especiarias completam a festa. No fim, o Natal vira a desculpa perfeita para provar um pouco de tudo.
Seis marcas cariocas que você precisa usar nesse verão

Seis marcas cariocas que você precisa usar nesse verão

Quando o verão chega ao Rio, a moda acompanha o ritmo da cidade: leve, solar e cheia de identidade. As marcas cariocas sabem como ninguém traduzir esse lifestyle em peças que unem conforto, frescor e estilo, da praia ao asfalto, do dia ao pôr do sol. Selecionamos seis marcas que representam diferentes olhares sobre o verão, mas que têm algo em comum: o DNA carioca presente em cada detalhe. 
5 marcas de arte e design carioca que você precisa conhecer agora

5 marcas de arte e design carioca que você precisa conhecer agora

Do tear à cerâmica, do objeto utilitário à peça escultórica, essas marcas cariocas traduzem o espírito criativo do Rio de Janeiro em produções autorais que unem arte, design e experimentação. Com processos artesanais, pesquisa de materiais e forte identidade estética, elas representam uma nova geração de criadores que transformam o fazer manual em linguagem contemporânea - e colocam o design carioca em destaque dentro e fora do Brasil.
Os novos bares e restaurantes do Rio que você precisa conhecer ainda em 2025

Os novos bares e restaurantes do Rio que você precisa conhecer ainda em 2025

*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:b44e539a-7e29-4b6b-8558-dad7d78e3bdf-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant"> Faltam poucos dias para acabar o ano, é verdade, mas ainda dá tempo, sim, de circular pelos bares e restaurantes que abriram no Rio em 2025 e já viraram assunto nas mesas, nos grupos de WhatsApp e nas redes. Entre cartas de drinques criativas, cozinhas autorais e aquela vibe carioca que mistura informalidade e charme, a cidade ganhou endereços que valem a visita agora e seguem firmes como apostas do verão. Seja na Glória, no Maracanã, em Ipanema ou no Horto, tanto faz: tem novidade boa espalhada por toda parte, perfeita para um happy hour sem pressa, um jantar descomplicado ou só para conhecer antes que vire ponto disputado. Vem ver e já coloca na rota.
Os melhores restaurantes no Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes no Rio de Janeiro

O Rio nunca teve uma gastronomia tão pulsante e estrelada. O restaurante brasileiro mais bem colocado na lista 2025 do The World's 50 Best Restaurants é o Lasai, de Rafa Costa e Silva, que conquistou o 28º lugar, a melhor colocação já alcançada por um restaurante brasileiro na edição deste ano e manteve suas duas estrelas Michelin - outros estrelados são Oro (também duas estrelas) e Oteque, Casa 201 e Oseille com uma, sendo os dois últimos estreantes na categoria. E não é só em premiados que se come bem. Há uma série de ótimos restaurantes, com comida gostosa, carta bem feita e ambiente aconchegante. Confira os estabelecimentos que merecem uma visita.
The 31 coolest streets in the world in 2025

The 31 coolest streets in the world in 2025

If you really want to experience local life at its most authentic when exploring a new city, the best thing you can do is take to the streets. And no, not that one major thoroughfare with the samey high street megastores and generic coffee shops. We’re talking about the neighbourhood backstreets and lively avenues that locals love; the places packed with independent shops and creative people, where a brand-new hi-fi listening bar will share the space with an old-school grocer or a centuries-old pub.  This year, to create our annual ranking of the world’s coolest streets, we asked our global network of local editors and experts to nominate the street that epitomises the very best of their city. Time Out’s global travel team then narrowed down the list and ranked each street against criteria including food, drink, culture, fun and community spirit.  From Saturday samba sessions in Rio de Janeiro to a shapeshifting shopping street in Osaka, every avenue, alleyway and side street on this year’s ranking is unique to its hometown. Walking their length is like taking a stroll through the city in miniature, getting a taste of what makes life there brilliant – from food and culture to shopping and nightlife.  Did your favourite street make the list? Read on to find out. RECOMMENDED: 🏘️ The world’s coolest neighbourhoods in 2025🌆 The world’s best cities in 2025 Stay in the loop: sign up to our free Time Out Travel newsletter for the latest travel news and the best stuff happening a
Um roteiro pelos melhores lugares da Rua do Senado

Um roteiro pelos melhores lugares da Rua do Senado

Saiu a tão esperada lista da rua mais legal do mundo. E o Rio representou. A número 1 da lista é a Rua do Senado, no Centro. Pertinho da Lapa, da Praça Tiradentes e da Rua do Lavradio, a via virou um ponto de encontro de quem curte boa comida e bebida, samba, peças vintage, arte, festa e vida ao ar livre. RECOMENDADO A Rua do Senado é eleita a rua mais legal do mundo em 2025
Os melhores restaurantes no Centro do Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes no Centro do Rio de Janeiro

O Centro é aquela parte da cidade que guarda casas centenárias ao mesmo tempo que é celeiro de novos restaurantes e projetos. Perto de museus e de construções históricas, dar uma volta por ali é sempre um ótimo programa. Mas, entre todos, quais são os endereços imperdíveis? 

Listings and reviews (16)

Cazota

Cazota

Tem laje, tem churrasco e tem clima gostoso. Em um casarão na Lapa, o destaque ali é a parrilla argentina. São cortes de fraldinha Black Angus, filé-mignon suíno ou especialidades como choripán e kafta de cordeiro, que chegam com acompanhamentos generosos como farofa panko, purês, legumes braseados e chimichurri. O Cazota transcende o convencional: além de servir pratos saborosos, é também uma galeria de arte urbana, casa de jazz, cineclube e produtora audiovisual, oferecendo uma experiência cultural completa em um ambiente descontraído e autêntico.
Dois de Fevereiro

Dois de Fevereiro

O Restaurante Dois de Fevereiro, no coração da Pequena África, é mais um empreendimento de Raphael Vidal (Casa Porto, Capiai e Cotovelo), dessa vez sob o comandado do chef João Diamante. Por ali, uma experiência gastronômica baseada na ancestralidade, na baianidade e na herança cultural do Rio. O cardápio preparado por Diamante (vencedor do prêmio Champions of Change do The 50 Best) tem de executivos para o dia a dia (com PFs bacanas, como o de carne-de-sol com gremolata afro-brasileira, farofa e chips de batata ou o de filé de peixe, picles de quiabo, farofa de patacones com coentro, palha de mandioca, ambos sempre com arroz e feijão) ao menu com bobó de camarão, feijoada do chef e petiscos como pastel, vinagrete, manjubinha frita, miniacarajés A decoração é repleta de elementos simbólicos dedicados à Iemanjá, fitinhas do Senhor do Bonfim, barquinhos azuis e das mesinhas na calçada, embaixo de um toldo estampado com a frase "Onde o Rio é mais baiano" avista-se o burburinho do Largo da Prainha, deixando a experiência ainda mais legal. Se for de drinque, não deixe de experimentar as batidinhas.
Lilia

Lilia

O primeiro restaurante - e também o mais gourmet - do chef Lucio Vieira, aberto em 2017, se baseia em uma cozinha de produto. Orgânicos, sazonais, cada dia um menu. E sempre ótimo. O cardápio (com opção vegana) é fechado em formato de trio, com entrada, principal e sobremesa, no almoço. Já no jantar, há opções à la carte e ainda menu degustação. Sempre com ótimas opções de peixes, frutos do mar e assados, os vegetais são também protagonistas no prato. Faz parte da lista do Bib Gourmand do Guia Michelin e do The 50 Best Discovery.
Lilia

Lilia

Chef Lucio Vieira’s first and most gourmet restaurant, opened in 2017, is rooted in ingredient-driven cuisine. Organic and seasonal, the menu changes daily and is always excellent. At lunch, a fixed three-course menu (with a vegan option) includes a starter, main course, and dessert. In the evening, there are à la carte options as well as a tasting menu. With consistently great fish, seafood, and roasted meats, vegetables also play a starring role on the plate. The restaurant is featured in the Michelin Guide’s Bib Gourmand list and The 50 Best Discovery.
Casa do Saulo

Casa do Saulo

Chef Saulo Jennings from Pará, of Casa do Saulo, has set up shop in Rio inside the Museum of Tomorrow. With a space full of regional touches, the Santarém-born chef brought to Rio a delicious taste of Tapajonic cuisine. The Smoked Pirarucu Carpaccio is a great way to start — served in thin slices with buffalo cheese cream and grated Brazil nuts. Still among the starters, this is the perfect place to try an authentic tacacá. For mains, go for the tambaqui ribs, a river fish quite different from anything typically found in Rio. Another standout dish created by Saulo is the feijoqueca, featuring a pirarucu medallion with shrimp in moqueca sauce, Santarém-style beans, plantains, crispy jambu, and Bragantina farofa.
Kim Pocha

Kim Pocha

At street fairs, Korean chef Martin Kim has already proven how delicious his dishes are — a mix of family recipes and contemporary research. The menu is small but highly creative, featuring highlights like the traditional bibimbap (served with rice, assorted vegetables, cold mushrooms, soft egg yolk, and gochujang chili paste), with options of beef, pork, or soy protein. Another standout is the Korean mini corn dog, battered and finished with sugar, ketchup, and mustard, along with drinks like the Korean spirit soju. The Kimchi Balls — spicy rice balls with shredded pork — are excellent, as are the fried chicken drumettes glazed in an orange and ginger sauce.
Braseiro Labuta

Braseiro Labuta

A casa de brasa do grupo (que tem o Labuta Bar e Labuta Mar) foca em churrascos com acompanhamentos bacanas. A picanha fatiada com batata portuguesa, maionese da casa e chimichurri é certeira. E ainda aqueles clássicos todos que o carioca - e turistas - amam: pão de alho, linguicinha, pastel, coração de galinha. Chopes e caipis deixam o programa ainda melhor. E, se for em um sábado, ainda tem o clássico samba do Armazém Senado logo ao lado.
Capiau

Capiau

With the slogan “the only bar with a wood-fired stove in Rio,” Capiau is located in Beco das Sardinhas, in Largo de Santa Rita, and is yet another venture by Raphael Vidal (of Bafo da Prainha, Casa Porto, and Dois de Fevereiro) helping to revitalize Rio’s Port Zone. From breakfast to crispy pork belly and "carne na lata", a traditional countryside-style preserved meat, slow-cooked at low temperature, there's something for everyone. A must-try. The menu as a whole is a celebration of rural Brazilian cuisine. Among the bar snacks, you’ll find portions of sardines, pork cracklings, fried chicken, sausage, pork ribs, and real-deal French fries. There are also daily specials, served Tuesday through Friday. Dishes include Kaol (a typical dish from Belo Horizonte, short for cachaça, rice, egg, and sausage), country-style chicken, stewed meats, and feijão gordo (a hearty bean dish), each featured on a different day.
Café Tero

Café Tero

At the top of Morro da Conceição (perfect for before or after visiting an exhibition at MAR or the Museum of Tomorrow), a charming little house with a wooden veranda and plenty of greenery invites you to take a break. Owned by partners Nicola Bara and Tobia Messa, the bistro offers home-style Italo-Brazilian food. The menu includes lasagna with sausage ragù, steamed shellfish, shrimp bobó, and oxtail with watercress. For dessert, the recommendation is the tiramisu. To drink, they serve classic and excellent cocktails like the Macunaíma and the Negroni.
Dois de Fevereiro

Dois de Fevereiro

Restaurante Dois de Fevereiro, located in the heart of Little Africa, is another venture by Raphael Vidal (Casa Porto, Capiai, and Cotovelo), this time led by chef João Diamante. The restaurant offers a gastronomic experience rooted in ancestry, Bahian traditions, and the cultural heritage of Rio. Diamante — winner of the Champions of Change award from The 50 Best — has created a menu that ranges from casual executive-style dishes for everyday meals (like sun-dried beef with Afro-Brazilian gremolata, farofa, and potato chips, or fish fillet with pickled okra, patacones farofa with cilantro, and cassava crisps, both always served with rice and beans) to full plates such as shrimp bobó, the chef’s feijoada, and snacks like pastéis, vinaigrette, fried manjubinha, and mini acarajés. The décor is filled with symbolic elements dedicated to Iemanjá, including Senhor do Bonfim ribbons, little blue boats, and outdoor tables under an awning printed with the phrase "Where Rio is most Bahian." From there, you can take in the lively atmosphere of Largo da Prainha, adding even more charm to the experience. If you're in the mood for a drink, don’t miss the "batidinhas", a traticional brazilian drink.
Cazota Bar

Cazota Bar

There's a rooftop, there's barbecue, and there's a great vibe. Set in a historic house in Lapa, the highlight here is the Argentine-style parrilla. Think Black Angus flank steak, pork tenderloin, or specialties like choripán and lamb kafta, all served with generous sides like panko farofa, purées, grilled vegetables, and chimichurri. Cazota goes beyond the ordinary: in addition to serving delicious dishes, it's also a street art gallery, jazz venue, film club, and audiovisual production house, offering a full cultural experience in a laid-back, authentic setting.
Rufino Terraza

Rufino Terraza

Localizada no rooftop do Rufino Parrilla, no Leblon, a novidade é um espaço para apenas 14 pessoas por noite, em um balcão com vistas para o Cristo e o Morro Dois Irmãos. A proposta é uma experiência luxuosa de degustação das carnes argentinas. O cardápio tem 14 passos e segue com pratos que apresentam marmoreios, técnicas de preparos, tipos de cortes... Tudo diretamente da Argentina. Comandada pelo chef argentino Agustin Brañas a casa abre três dias na semana e serve apenas menu degustação. No menu, há entradas como tonnato de centro de ojo de bife e uma empanada de cordeiro com maçã e principais como molleja com purê de cascas de limão, salsa de Malbec, amoras frescas e flor de ciboulette; entranha de wagyu com creme de cebola e vinagrete de limão e aspargos grelhados; pincho de picanha filetada e pancetta com marinada de mel, alho, gengibre e vinagre de jerez. Os vinhos são do ótimo sommelier Ivo Arias e passeia por rótulos raros de diversas regiões argentinas. Uma curadoria super delicada e surpreendente. Outro ponto positivo.

News (76)

O funk toma conta do MAM com aulas, shows e celebração da cultura carioca

O funk toma conta do MAM com aulas, shows e celebração da cultura carioca

No dia 17 de janeiro, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro abre espaço para uma das expressões culturais mais potentes da cidade: o funk carioca. Das 12h às 19h, o projeto #estudeofunk transforma o MAM em território de encontro, formação e celebração, com uma programação que mistura aulas, performances, discotecagens e um grande show coletivo reunindo MCs, dançarinos e artistas da cena. Criado como uma plataforma de pesquisa, difusão e valorização do funk, o #estudeofunk articula dança, música, pensamento e corpo como campos legítimos de conhecimento. A ocupação no MAM reforça o museu como espaço aberto às culturas urbanas e às práticas artísticas que emergem dos territórios periféricos do Rio, conectando arte contemporânea e vivências populares. Ao longo da tarde, o público é convidado não apenas a assistir, mas a participar ativamente: há aulas de passinho, rebolado e história do funk, além de reflexões sobre corpo, saúde e bem-estar. Tudo isso costurado por discotecagens e performances que evidenciam o funk como linguagem estética, política e social. Aulas, dança e reflexão @reliquiadomilenio A programação começa às 14h, com a discotecagem do DJ Funk In Rio, aquecendo o clima com uma seleção que traduz a identidade sonora da cidade. No mesmo horário, Emerson Facão conduz a aula Natureza, saúde e bem-estar, que propõe uma reflexão filosófica sobre corpo, mente, ética e equilíbrio a partir da experiência cotidiana. Às 14h30, a dançarina Helle assume o espaço com uma a
Guerreiros do Passo levam o frevo do Recife ao Rio pela primeira vez

Guerreiros do Passo levam o frevo do Recife ao Rio pela primeira vez

O frevo que nasce nas ruas do Recife e já rodou o mundo agora tem encontro marcado com o Rio de Janeiro. Pela primeira vez na cidade, o Guerreiros do Passo se apresenta na Casa Bloco, que acontece este mês no Jockey Club Brasileiro, na Gávea. A estreia carioca vem em um momento especial para o grupo, que acaba de completar 20 anos de trajetória e vive uma fase de reconhecimento nacional e internacional. Criado em Pernambuco, berço do frevo, o Guerreiros do Passo entende essa manifestação como uma cultura viva, construída por muitas mãos e corpos. Para o grupo, levar o frevo ao Rio é ampliar esse diálogo. “O frevo nasceu no Recife, símbolo de identidade cultural de um povo, mas há muito tempo deixou de ser apenas pernambucano. Hoje é cultura brasileira”, afirmam. A apresentação marca não só a chegada do grupo à cidade, mas também a continuidade de uma história que atravessa gerações, ruas e carnavais. Divulgação Quem assistir ao espetáculo pode esperar muito mais do que passos virtuosos e coreografias precisas. O trabalho do Guerreiros do Passo parte de um recorte histórico do frevo, com figurinos inspirados nos primeiros passistas, aqueles que ocupavam os becos e ruas dos bairros centrais do Recife, como São José, Santo Antônio e Boa Vista. A ideia é ir além do colorido contemporâneo e mostrar o que está por dentro da dança. “Buscamos revelar a alma do passista, que carrega o espírito ancestral do capoeirista, dos trabalhadores e dos personagens que construíram o frevo nas
Queijo com Prosa abre primeira loja na Glória e celebra o queijo artesanal brasileiro

Queijo com Prosa abre primeira loja na Glória e celebra o queijo artesanal brasileiro

A Glória acaba de ganhar um novo endereço para quem leva queijo a sério e também valoriza uma boa conversa. O Queijo com Prosa é um projeto capitaneado por Daniel Martins, pioneiro na venda de queijos artesanais no Rio e um dos principais nomes na valorização da produção queijeira brasileira. A casa abre as portas no bairro com a proposta de ir além de uma queijaria, funcionando como espaço de encontro, troca e descoberta em torno dessa cultura. Tomás RangelFachada da loja Conhecido pelo olhar atento à produção nacional e pela defesa dos pequenos produtores, Daniel transforma o balcão em palco para histórias que atravessam regiões, técnicas e tradições. Ali, os produtos não chegam sozinhos: vêm acompanhados de contexto, curiosidades e sugestões de harmonização que convidam o cliente a experimentar sem pressa. “Sempre acreditei que o queijo é mais do que um alimento, é uma expressão de território, de tradição e de afeto. A loja é um espaço para celebrar tudo isso e continuar nossa prosa com o público”, diz Daniel. Tomás Rangel Para começar o passeio, vale pedir uma tábua de queijos e charcutaria, disponível nos tamanhos P, M e G, com valores entre R$ 110 e R$ 310, ou optar por versões só de queijos, como a Três Mofos, com variedades branca, azul e selvagem, acompanhadas de geleia e mel (R$ 149), ou a Quatro Texturas, que reúne diferentes sensações em uma mesma tábua (R$ 149). Aos intolerantes à lactose, há uma boa notícia: a casa oferece uma seleção lac free pelo mesmo val
Onde tomar café da manhã no Rio no dia 1º de janeiro de 2026

Onde tomar café da manhã no Rio no dia 1º de janeiro de 2026

A virada passou, os fogos ficaram na memória e o Rio acorda em ritmo mais lento no primeiro dia do ano. Seja para curar a ressaca, reunir os amigos ou simplesmente sentar com calma e ver a cidade voltar ao eixo, estes endereços estão abertos no 1º de janeiro com bons cafés da manhã e brunches. Anota aí e comece 2026 do jeito certo. Solo Ipanema, Leblon e Copacabana (a partir das 10h)   Divulgação Minimalista, solar e com clima de “reset” total para o ano novo. O Solo é aquele lugar perfeito para um brunch sem pressa, com cafés bem feitos, pratos leves e combinações criativas. Ótima pedida para quem quer começar janeiro comendo bem e sem exageros. Empório Jardim Ipanema e Jardim Botânico (a partir das 11h) Divulgação Clássico absoluto do brunch carioca, o Empório Jardim abre mais tarde no dia 1º, mas compensa com mesas cheias de delícias: ovos, pães artesanais, doces e aquele clima aconchegante que combina com o primeiro almoço disfarçado do ano. ARP (a partir das 7h) Divulgação Para quem acorda cedo mesmo no feriado (ou nem dormiu), o ARP é um refúgio certeiro. Café da manhã reforçado, opções práticas e uma das melhores vistas do Rio fazem dele um ótimo ponto de encontro para começar 2026 com energia lá em cima. Quitéria (a partir das 7h) Divulgação Dentro do Hotel Ipanema Inn, o Quitéria é elegante sem ser engessado. O café da manhã valoriza ingredientes frescos e receitas brasileiras, ideal para um começo de ano mais tranquilo, com cara de férias bem vividas. Padar
Um guia de vinhos e espumantes para brindar nas festas de fim de ano

Um guia de vinhos e espumantes para brindar nas festas de fim de ano

Escolher o vinho certo para o fim de ano pode parecer tarefa difícil diante de mesas fartas, muitos convidados e sabores que vão do salgado ao doce em poucos minutos. Para facilitar a vida de quem quer beber bem sem complicação, a Time Out Rio de Janeiro convidou a sommelière Elaine de Oliveira para selecionar rótulos versáteis, equilibrados e com ótimo custo-benefício para acompanhar tanto a ceia de Natal quanto o brinde da virada. DivulgaçãoA sommelière Elaine Oliveira A ideia é simples: vinhos que funcionam à mesa, agradam diferentes paladares e ajudam a manter o clima leve, festivo e cheio de bons brindes. Segue aqui esse mapa da mina. Tipo presente de Natal, não é mesmo? Cinco vinhos para a ceia de Natal 1. Porta da Ravessa Branco, Alentejo, PortugalQuem diria que um branco tão acessível poderia funcionar tão bem na ceia? Leve, fresco e direto ao ponto, combina lindamente com castanhas portuguesas, nozes e avelãs que sempre aparecem na mesa. A boa acidez ajuda a quebrar a untuosidade dos pratos e mantém o paladar leve para seguir comendo e bebendo sem cansar.Valor: R$ 36,90 no Supermercado Zona Sul 2. João Portugal Ramos Pouca Roupa Rosé, Alentejo, PortugalRosé alegre, daqueles que sorriem na taça. Fresco, com boa acidez e corpo leve, vai muito bem com lombo de porco, tender e pernil. Equilibra a gordura dos pratos sem roubar a cena, algo essencial em uma ceia tão cheia de sabores.Valos: R$ 65,90 na Casa Flora 3. Família Deicas Bizarra Naranja, Canelones, UruguaiPara m
Globo de Ouro escolhe o Rio de Janeiro para evento inédito no Brasil em 2026

Globo de Ouro escolhe o Rio de Janeiro para evento inédito no Brasil em 2026

O Rio de Janeiro acaba de ganhar mais um motivo para se sentir no centro do mundo. Em 2026, a cidade vai receber um evento oficial ligado ao Globo de Ouro, uma das premiações mais importantes do audiovisual internacional. A cerimônia acontece em março, no clássico Copacabana Palace, e marca a primeira vez que a marca do prêmio cruza fronteiras para realizar uma celebração desse porte no Brasil. Divulgação Calma, não é a noite principal do Globo de Ouro, que continua firme e forte em janeiro, em Los Angeles. O evento carioca será o Golden Globes Tribute Awards, uma gala especial pensada para homenagear talentos e produções brasileiras e latino-americanas que vêm chamando atenção no cenário global. Na prática, é Hollywood olhando para o sul e dizendo “tem coisa boa acontecendo por aqui”. A ideia é reunir artistas, diretores, produtores, executivos e convidados internacionais para uma noite de tapete vermelho, jantar elegante e muitos encontros estratégicos. Menos aquela maratona de discursos e mais clima de celebração, troca e reconhecimento. Tudo isso com o cenário imbatível da orla de Copacabana, que dispensa apresentações e adiciona um charme extra à festa. Photograph: Booking.com A escolha do Rio faz todo sentido. Além de ser um cartão-postal conhecido no mundo inteiro, a cidade tem uma relação histórica com o cinema, a TV e a cultura pop. Nos últimos anos, o audiovisual brasileiro vem ganhando cada vez mais espaço lá fora, e trazer um evento ligado ao Globo de Ouro par
70 anos de Angu do Gomes: um prato que faz parte da história do Rio

70 anos de Angu do Gomes: um prato que faz parte da história do Rio

O Largo de São Francisco da Prainha guarda muita história. E no rol da boa mesa, há uma especial: o Angu do Gomes. Fundado em 1955, por João Gomes e Basílio Augusto Moreira, o restaurante começou na rua, com carrocinhas levando angu com miúdos de boi para todos os cantos do Rio (eram 80 delas!). O objetivo era simples: comida farta, saborosa e acessível, do jeito que o carioca gosta. E a receita, preparada igual ainda hoje, era de Manuel Gomes, pai de João.  DivulgaçãoCarrocinhas, onde tudo começou Em 1977, a marca ganhou sua primeira casa física, e ali virou ponto de encontro de trabalhadores, boêmios e artistas. Seu auge foi nos anos 70 e nomes como Tom Jobim, Ruy Castro, João Nogueira (que fez até uma música para o prato) e Sérgio Mendes pararam por ali para matar a fome. Depois de altos e baixos, o Angu do Gomes chegou a fechar em 1995, mas o sabor não podia ficar esquecido. Divulgação Em 2006, quem tomou a frente do negócio foi Rigo Duarte, neto de Basílio Augusto Moreira (1929-2020). Ele largou o curso de Educação Física para estudar gastronomia e, junto com o sócio Marcello Klang, reabriu a casa no mesmo Largo de São Francisco da Prainha. Hoje, o Angu do Gomes segue firme, recebendo cariocas de todos os cantos e turistas curiosos para provar um pedacinho do Rio de outros tempos. DivulgaçãoMarcello Klang e Rigo Duarte O cardápio é fiel ao clássico: Angu do Gomes tradicional com miúdos, com carne moída e azeitonas, calabresa, frango com milho (R$ 34,90)… e tudo ser
A festa Calzone está de volta (só por uma noite)

A festa Calzone está de volta (só por uma noite)

Se você frequentou a noite carioca nos anos 2000, é bem possível que já tenha curtido uma festa Calzone. A festa que virou sinônimo de pista quente, sem regras, divertida e animada, volta do nada para uma edição única. A Calzone Reborn acontece no dia 19 de dezembro, na Brava Arena Jockey. E a promessa é repetir o fervo do passado.  Criada no começo dos anos 2000 por um grupo de amigos, Bruno Natal, Paulinho Sattamini, João Brasil, Filipe Raposo, Lúcia Jaimovich, Lucas Bori e Pedro Seiler, a Calzone nasceu sem grandes planos. A ideia era simples: juntar gente, tocar música boa e misturar tudo o que normalmente não cabia na mesma pista. Funcionou. Em um tempo em que as casas noturnas ainda separavam os estilos com régua e esquadro, a Calzone fazia exatamente o contrário. Rock, house, pop, rap, eletrônico, hits improváveis e clássicos esquecidos dividiam espaço sem cerimônia. O esquema era meio caótico, com vários DJs se revezando rapidamente, mas essa bagunça era justamente o charme. Lucas Bori A primeira edição reuniu cerca de 300 pessoas, mas o boca a boca fez a festa crescer rápido. Em poucos anos, a Calzone passou a ocupar lugares improváveis da cidade, como cinemas e cassinos desativados, e chegou a reunir até 5 mil pessoas em uma única noite. Virou referência, rendeu matérias em jornais e ajudou a abrir caminho para outras festas que apostaram na mistura sem preconceito. Lucas Bori Agora, duas décadas depois, a Calzone reaparece sem prometer mais do que pode cumprir.
Moda de verão: FARM Etc e Rip Curl lançam collab global inédita que celebra o surf feminino com estilo e performance

Moda de verão: FARM Etc e Rip Curl lançam collab global inédita que celebra o surf feminino com estilo e performance

Banho de sol, sal e estilo: é nesse clima que FARM Etc e Rip Curl assinam uma collab global inédita, nascida entre o Rio e a Austrália, para celebrar a força e a liberdade do surf feminino. Misturando o lifestyle tropical da FARM Rio ao DNA técnico da Rip Curl, a coleção chega com 42 produtos, todos cheios de leveza, cor e performance, feitos em tecidos elásticos, resistentes e de secagem rápida. Tem biquínis, macaquinhos, camisas, casacos, vestidos, calças, bolsas, bonés e malas. Pedro Napolinário Entre as quatro estampas exclusivas, shapes vintage e aquela energia carioca, o lançamento traduz um clima dos anos dourados do surfe carioca e cada detalhe vibra autenticidade, movimento e o clima solar de duas culturas que respiram surf. Pedro Napolinário O casting reuniu modelos e atletas e personas da crew Rip Curl: Maria Eduarda, campeã brasileira sub-16 e promessa do surf feminino; Aurora Ribeiro, Susan Kato e Pablo Gabriel. Um encontro que exalta a diversidade, o talento e a autenticidade da nova geração do surf. Estas fotos são assinadas por Pedro Napolinário. Pedro Napolinário A coleção será lançada no Brasil, na Austrália e em todo o hemisfério Sul na primeira quinzena de dezembro. Pedro Napolinário Os preços variam de R$179 (boné) a R$1.499 (wetsuit), e os produtos estarão disponíveis  no site da FARM e ETC, lojas ETC (Garcia, RDB, BarraShopping, Brasília e Ribeirão), lojas FARM Rio selecionadas, além das lojas da Rip Curl (Maresias, IlhaBela, Garopaba, Noronha,
Festa nos trilhos! O que você precisa saber para curtir a 30ª edição do Trem do Samba

Festa nos trilhos! O que você precisa saber para curtir a 30ª edição do Trem do Samba

O Trem do Samba já vai partir! Sábado esse grande encontro do samba chega à sua 30ª edição com uma programação especial. Com saída da Estação Central do Brasil, no Centro, o cortejo musical segue até o bairro Oswaldo Cruz, na Zona Norte, transformando trem e ruas em palcos de muita festa e memória. Criado por Marquinhos de Oswaldo Cruz, o evento homenageia os sambistas que, no início do século XX, viajavam de trem até a Zona Norte para escapar da repressão e celebrar o ritmo que se tornaria símbolo nacional. Do Centro a Oswaldo Cruz, um cortejo musical Divulgação A partir das 15h, o público começa a se reunir na Central do Brasil, onde um palco montado na área externa (Palco Paulo Portela) recebe nomes como Marquinhos de Oswaldo Cruz, as velhas guardas de escolas históricas como Mangueira, Vila Isabel, Salgueiro e Império Serrano e muito mais. Dali, às 18h04, 18h24, 18h44, 19h04 e 19h24 saem trens com as rodas de samba rumo à Oswaldo Cruz, transformando os vagões em rodas de samba improvisadas e festivas. Divulgação Para embarcar, é preciso doar 1 kg de alimento não perecível, com distribuição de bilhetes entre 13h e 19h na bilheteria da Central.Em Oswaldo Cruz, os shows nos três palcos começam às 19h.  A partir das 19h, começam os shows nos três palcos principais de Oswaldo Cruz: Palco Mestre Candeia (Rua João Vicente): Samba da Volta com convidados e Dudu Nobre.  Palco Dona Ivone Lara (Rua Átila da Silveira): recebendo o grupo Terreiro de Crioulo, convidados especiais e
Novas Frequências completa 15 anos dando aquele sacode sonoro no Rio e em São Paulo

Novas Frequências completa 15 anos dando aquele sacode sonoro no Rio e em São Paulo

Se existe um festival que virou sinônimo de risco, invenção e prazer auditivo sem manual de instruções, é o Novas Frequências. Nascido no Rio em 2011 pelas mãos do curador e agitador cultural Chico Dub, o evento ajudou a colocar a América Latina no mapa global da música experimental - e, de quebra, formou plateias curiosas, conectou cenas e ocupou espaços tão diversos quanto galpões, florestas, igrejas, praias e centros culturais. Agora, em 2025, ele celebra 15 anos com sua edição mais internacional desde 2019 e, pela primeira vez, com uma programação robusta também em São Paulo. Ivi MaigaChico Dub, curador e idealizador do Novas Frequências Um festival para quem gosta de experimentar, pensar e desapegar das categorias de música. Para fãs de noise, drone, ambient, club experimental, free jazz mutante, rock torto, eletrônica inventiva. E, claro, para curiosos em geral. Um mapa-múndi de sons não convencionais DivulgaçãoInstalação do Novas Frequências na Casa Firjan Entre 3 e 7 de dezembro no Rio, e entre 8 e 13 em São Paulo, o festival reúne 28 artistas de diferentes países e vertentes. Um verdadeiro inventário de tudo o que pulsa hoje na música de vanguarda. As canadenses Kara-Lis Coverdale e Sarah Davachi, além da mexicana Concepción Huerta, lideram a frente ambiente/eletroacústica que conquistou o circuito experimental na última década. DivulgaçãoOs japoneses do Birushanah O lendário trio norte-americano Wolf Eyes volta ao Brasil depois de 11 anos para lembrar que ruí
111 Music Bar: som de alta fidelidade, drinques autorais e um cardápio que passeia entre Japão, Coreia e Brasil

111 Music Bar: som de alta fidelidade, drinques autorais e um cardápio que passeia entre Japão, Coreia e Brasil

No elevador, um aviso já antecipa o código local: “Não perturbe a música”. O 111 Music Bar, novo projeto de Menandro Rodrigues, completa o chamado complexo Haru, que além do restaurante japonês de grande sucesso conta também com o omakase Umai. Quando o elevador abre as portas, o visitante já cai diretamente no salão, que é lindo, com luz baixa e bem planejada, sofás gostosos de estar, mobiliário de madeira feito sob medida e peças de decoração garimpadas. O nicho do DJ fica em um tatame, onde eles tocam de meias, cercados por discos raros e de capas lindas. É difícil não soltar um “uau” ao entrar no 111.  Rodrigo Azevedo Menandro conta que fez uma longa pesquisa de listening bars pelo mundo. Mas foi ao chegar ao Japão que entendeu que buscava, na verdade, um music bar. “Fui atrás de um sistema de som low-fi, da música como protagonista e de zero clima de festinha”, diz ele. Para isso, equipou o andar com caixas da marca finlandesa Genelec, referência em som de alta fidelidade. A experiência sonora realmente é especial, tão agradável quanto o cardápio. Rodrigo AzevedoTuna crudo com molho romesco Na cozinha, Menandro se permite experimentar mais. Diferentemente do que acontece no Haru e no Umai, no 111 ele passeia além do Japão. Há influências da Coreia, referências ao McDonald’s, ingredientes brasileiros como tucupi e petiscos típicos de bar, como as azeitonas com takuan (R$ 49 a porção). O tuna crudo (R$ 76), fresquíssimo, chega à mesa com molho romesco, tucupi com dash