Experimentou o Lifestyle e a Cultura e nunca mais quis outra coisa. Bastou uma rápida passagem pela redacção do Público (corria o ano de 2011) para perceber o bem que se está por estas bandas. A Time Out encarregou-se do resto – de o levar a conhecer os cantos à cidade de Lisboa e fazê-lo ganhar um gostinho por lojas, artesãos e novas marcas locais. A moda esteve sempre no topo da lista, dentro e fora da redacção. À mesa, será sempre um eterno dividido entre as modernices do nosso tempo e todos aqueles lugares que pararam no tempo. Se tudo um resto falhar, um bom croquete vai sempre fazê-lo feliz.

Mauro Gonçalves

Mauro Gonçalves

Editor Executivo, Time Out Lisboa

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Articles (229)

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Chegámos a Outubro, o fim-de-semana é abençoado com um feriado e as atenções vão estar quase todas no MAAT – afinal, o museu celebra o seu 10.º aniversário (com dois dias de entrada livre, domingo e segunda-feira) e ainda abre uma das exposições desta rentrée, que junta peças de grande escala de Joana Vasconcelos e a alta-costura de Valentino Garavani. Aproveite a borla e espreite também a exposição "Mais Alto", sobre um grupo de enfermeiras pára-quedistas que serviram durante Guerra Colonial Portuguesa. Termina já na segunda-feira. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Entre grandes museus e pequenas galerias independentes, a cidade está cheia de boas ideias para quem procura traçar um roteiro artístico. Falamos de exposições de pintura, escultura, fotografia e de moda, assinadas tanto por talentos locais que estão a dar que falar como por grandes nomes do panorama internacional. Afinal, Lisboa transformou-se num relevante centro para a arte contemporânea, onde coleccionadores e galeristas andam à caça de novidades. Seleccionámos as sugestões que merecem o seu tempo. Pegue na agenda e tome nota das exposições em Lisboa a visitar nas próximas semanas. Recomendado: As melhores coisas para fazer com crianças este mês
As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

Entrou Outubro e ainda antes do cheiro a castanhas assadas no ar, há outras coisas a pairar na atmosfera lisboeta. É o caso da exposição que junta as peças de grande escala de Joana Vasconcelos com peças do arquivo de Valentino Garavani, mesmo a tempo do aniversário do museu. Há música nos jardins do Palácio Pimenta, um mercado só de plantas no Beato e um novo pequeno-almoço de luxo no Verride – sem ter de passar a noite no hotel (o que também não seria nenhum dissabor). Organize-se, que o tempo pode não dar para tudo. Estas são algumas das melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Perca o medo. Há muitas coisas para fazer neste Halloween em Lisboa

Perca o medo. Há muitas coisas para fazer neste Halloween em Lisboa

O Halloween está a chegar e Lisboa promete voltar a ser palco de eventos macabros que não vão deixar ninguém metido em casa. Medo de fantasmas e assombrações? É a noite ideal para espantá-los todos, mas também para dar asas ao alter-ego, às fantasias ou deixar apenas voar a criança que ainda tem dentro de si (para as crianças de verdade também há muitas propostas). A nossa sugestão é que se aventure, combine com família ou amigos e vá para a rua meter medo ao susto. Esta é a nossa lista de coisas para fazer neste Halloween em Lisboa. Recomendado: Ainda não tem disfarce de Halloween? Inspire-se nas personagens que marcam 2025
As melhores coisas para fazer em Lisboa em Outubro de 2026

As melhores coisas para fazer em Lisboa em Outubro de 2026

Em Outubro o Outono começa a crer fazer das suas. Assam-se as primeiras castanhas, abre-se o guarda-chuva e, lá para o final do mês, vemos a cidade ficar tomada por uma espécie de febre de bruxas e zombies. Na agenda, o ímpeto da rentrée perdura – na arte, com importantes exposições a inaugurarem no MAAT, na Gulbenkian e no MAC/CCB, na música, com eventos como o MIL, e no cinema, primeiro com a Festa do Cinema Francês e o Doclisboa. Não fique já sem fôlego – tem todo um mês pela frente. Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores
Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor e de fast food, para peixe, marisco, neo-tascas e os mais diversos projectos internacionais. Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. Não fique desactualizado e faça uma reserva – tem muito por onde escolher.  Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Se há zona da cidade que está em permanente mudança é o Cais do Sodré. Conhecido pela movida nocturna, o bairro fervilha também durante o dia, com espaços que refrescam a cena gastronómica ao virar de cada esquina. Há clássicos mas também novidades para quem procura novas experiências à mesa. Do peixe fresco com vista para o rio às carnes maturadas, passando pelos vinhos naturais, petiscos e cozinhas do mundo, há opções para todos os palatos. Sem esquecer, claro, o primeiro Time Out Market do planeta (hoje já são mais de 10). Não sabe onde reservar mesa? Nós ajudamos. Deixamos-lhe os melhores restaurantes no Cais do Sodré para almoços prolongados ou jantares festivos. Recomendado: As melhores marisqueiras em Lisboa
The 40 coolest neighbourhoods in the world in 2026

The 40 coolest neighbourhoods in the world in 2026

Over the past half-decade or so, much has changed in the way we live, work and play in our cities. It wasn’t too long ago that lockdowns rendered the city centre all but obsolete and brought to the fore the vital role of our immediate neighbourhoods and communities.  Now, the balance has been restored. Our local neighbourhood remains fundamental: mini-villages where the barista knows your order, where local restaurants, bars and indie businesses thrive, and where communities continue to band together for all sorts of cool stuff, from art walks and day festivals to creating greener streets and pedestrian-friendly spaces. And six years on from the pandemic, the city centre is seeing a renaissance, with brand-new music venues, galleries, coffee shops and more opening up and welcoming a new generation of hybrid workers and the back-to-the-office crowd (and, of course, city-breakers and tourists).  On this year’s list of the world’s coolest neighbourhoods, you’ll see this mix play out. There are downtown hubs and seaside strips, homely enclaves and warehouse districts, all nominated by our global network of on-the-ground experts. This lucky lot spends their time exploring every corner of their hometowns to discover the best places to eat, drink, shop and hang out right now, so you can trust we know what we’re talking about. To decide the final ranking, a panel of Time Out editors vetted each neighbourhood against a range of criteria, including food and drink, nightlife, unique loc
As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

Há muito que o cheiro a naftalina deixou de estar entranhado nas lojas vintage e de segunda mão. Por toda a cidade, há espaços cheios de personalidade. Na moda, multiplicam-se as abordagens a tendências passadas, com um apetite especial pelo arranque deste século, mas também por artigos de luxo, criações de designer e curadorias de nicho. Além da roupa e dos acessórios, este roteiro de compras (bem mais sustentável do que comprar novinho em folha) também inclui mobiliário de outros tempos e objectos que o vão transportar para décadas passadas. Recomendado: Estas livrarias em Lisboa dão-lhe mais que fazer
Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Há dias assim – em que fazemos de tudo para não arredar pé da praia. Mantendo as ondas como pano de fundo e a brisa que nos abre (ainda mais) o apetite, um bom restaurante de praia reúne todos os ingredientes para uma longa tarde ou noite passada à mesa. Isto sem esquecer os cocktails, os jarros de sangria, os vinhos frescos ou as imperiais geladas – que a vida não é só comida. A cidade de Lisboa pode não estar em contacto directo com o mar, mas nas proximidades há extensos areais banhados pelo Atlântico. De Sintra à Comporta, sem esquecer os clássicos da Linha de Cascais e as últimas novidades da Costa da Caparica, juntámos numa lista os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa
Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os dias estão mais quentes e as noites tendem a ficar demasiado agradáveis para as passar em frente à televisão. A solução? Aproveitar ao máximo a cidade e trocar as salas fechadas por um ecrã gigante montado debaixo do céu estrelado. Assistir a sessões de cinema ao ar livre em Lisboa tornou-se num dos programas obrigatórios para quem quer aproveitar os meses de Verão – sozinho, em família ou num encontro romântico. Desde os grandes filmes em cartaz exibidos em jardins e praças históricas até às projecções mais independentes em esplanadas e terraços com vista para o Tejo, há propostas para todos os gostos. Pelo sim, pelo não, leve um casaquinho. Eis o roteiro dos melhores ciclos de cinema que vão ocupar as noites da cidade. Recomendado: Os melhores sítios para ver as estrelas em Lisboa (e arredores)
The best restaurants in Lisbon for 2026

The best restaurants in Lisbon for 2026

As well as having an endless number of things to do, museums to visit, bars to try, and fado music to weep along to Lisbon has a truly incredible food scene, stretched all over the city. The best ones even make it into Time Out Market Lisboa, where you’ll find Lisbon’s most exciting dishes all under one roof. Our team of local experts has compiled this list to give you an insider look into what’s really worth eating in Lisbon, from classic Portuguese to global options. Here are our editor’s favourite restaurants in Lisbon right now. Enjoy! ➡️ READ MORE: Ultimate guide to where to eat in Lisbon Lisbon’s best restaurants at a glance ⭐ Best Michelin-starred: Belcanto 🥘 Best traditional Portugese: O Velho Eurico 🦞 Best seafood: Cervejaria Ramiro 🥩 Best steak: Sala de Corte 🥙 Best sandwich: As Bifanas do Afonso 🍔 Best burger: Ground Burger This guide was written by the editorial team at Time Out Lisbon, and translated into English for our global audience. At Time Out, all of our travel guides are written by experts across Europe. For more about how we curate, see our editorial guidelines.  🔔 BOOK NOW: Our favourite hotels and Airbnbs in Lisbon

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Can you draw me a horse?

Can you draw me a horse?

Não é a exposição mais aguardada da temporada, mas a premissa é inusitada e isso tem o seu valor. O nome diz tudo sobre este projecto que tem vivido essencialmente no Instagram – Teresa e Matilde têm desafiado dezenas de pessoas de diferentes backgrounds a desenharem um cavalo, com marcador numa folha A4. Algumas das obras de arte resultantes vão ser expostas durante três dias em Arroios.
Digital Destiny Academy

Digital Destiny Academy

A Casa Capitão é palco de uma conferência gratuita de música electrónica. Num mesmo programa, a Digital Destiny Academy junta conversas, workshops, masterclasses e oportunidades de networking entre profissionais e interessados na área. Para sábado estão marcados um DJ workshop e uma DJ masterclass com Saint Caboclo, fundador das festas Dengo Club. Às 16.00, Von Di, a dinamizadora do evento, protagoniza a masterclass Creating Your Signature Sound. Toda a programação pode ser consultada no Instagram.
3.º Aniversário do MAC/CCB

3.º Aniversário do MAC/CCB

Três anos, três dias para assinalar mias um aniversário do MAC/CCB, sempre de olhos postos nas artes plásticas, através de visitas, conversas e performances. No dia 23 de Outubro, inaugura a exposição "Ângela Ferreira. Here I Stand", ocasião que dá direito a uma conversa prévia com a artista e com a curadora Nuria Enguita. A noite termina com um DJ set de Party Smith às 20.00. No dia 24 de Outubro, há uma performance a acontecer na mesma exposição, mas também um Ciclo de Música Discreta com Nkisi e Gonçalo F. Cardoso/Gonzo no espaço da exposição "Frida Orupabo. Cloud of Confusion". No dia 25, às 15.00, a conversa de Ângela Ferreira e Nuria Enguita repete-se, dessa vez no formato de visita à exposição.
Pintar é Fácil. Faça Você Mesmo!

Pintar é Fácil. Faça Você Mesmo!

Concebida por João Maria de Gusmão, a exposição apresenta obras da Colecção de Arte Contemporânea da Fundação "la Caixa". No total, serão quase quatro dezenas de obras de 31 artistas, com pintura, instalação, escultura, vídeo e fotografia. Entre os nomes presentes nesta mostra estão Antoni Muntadas, Giovanni Anselmo, Angela de la Cruz, Peter Halley, Damián Ortega, Sigmar Polke, Gerhard Richter, Doris Salcedo, Thomas Schütte, Michael Snow e ainda os portugueses Ana Jotta, Jorge Queiroz e a luso-alemã Susanne Themlitz.
Here I Stand

Here I Stand

Instalação, vídeo, fotografia e escultura convivem no corpo de trabalho de Ângela Ferreira e, consequentemente, na exposição que o MAC/CCB lhe dedica nos próximos meses. Nascida em Maputo e formada em Escultura na Universidade da Cidade do Cabo durante o período do apartheid, a sua biografia entrelaça-se com os temas que atravessam a sua obra. "Here I Stand" percorre a carreira da artista, dos primeiros trabalhos da década de 90 às mais recentes criações.
Coexistências – A Joalharia e a Beleza do Mundo

Coexistências – A Joalharia e a Beleza do Mundo

Em parceria com a PIN – Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea, o MUDE volta a receber a exposição principal da Bienal de Joalharia de Lisboa. Em "Coexistências – A Joalharia e a Beleza do Mundo" surgem "questões ecológicas que interpelam o design do século XXI". As respostas chegam sob a forma de obras do território da joalharia contemporêna, assinadas por artistas e designers e que tocam em aspectos do presente, como a inteligência artificial, e reflectem influências dos mundos que os rodeiam – seja mineral, vegetal, animal ou digital.
ARPAD

ARPAD

Uma exposição exclusivamente dedicada a Arpad Szenes e à sua obra singular. Casado com Maria Helena Vieira da Silva, o pintor húngaro é descrito como um "experimentalista, permanentemente apaixonado pelos outros e pelas coisas do mundo". Depois de uma exposição inteiramente dedicada a Szenes em 2007, o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva volta a reunir o espólio artístico, com peças de pequena e média escala, desenho, gravura, pintura e obras inéditas.
Corrupio x Tua Madre

Corrupio x Tua Madre

Ana Leão chegou ao Corrupio em Março deste ano e já arranjou forma de juntar os amigos à volta dos tachos. No domingo, 27 de Setembro, convida Francesco Ogliari, chef do Tua Madre, para duas refeições preparadas a quatro mãos – o almoço e o jantar. O menu será composto por sete pratos, criados pela dupla. Com o chef italiano vindo de Évora, Ana Leão promete dar espectáculo atrás do balcão – quem ficar nestes lugares, vai certamente ter uma visão privilegiada sobre os bastidores desta experiência gastronómica. Os pratos podem ser provados individualmente (6€-16,50€) ou num menu completo de 67,50€. Falamos de uma bolacha americana de noori com salada de bacalhau, de um peperone porcato ou atum de porco e pimento piquillo, de uma açorda de pasta de pão, de uma lasagna de borrego cozinhado lentamente, e de polpette di cuore, ou seja almôndegas de coração de boi minhoto, Parmigiano Reggiano e vinagre balsâmico velho. Quem não prescinde dos clássicos da casa, também não fica mal servido. Há pratos do Corrupio que vão continuar a sair, incluindo as ostras, o pastel de rojão, a salada russa ou o polvo romesco.
Goddess no IDB Rooftop

Goddess no IDB Rooftop

É o fim do Verão no IDB Rooftop e a celebração de despedida promete ser em grande. Goddess é o nome da festa que ocupa o terraço na sexta-feira, 25 de Setembro. Com um alinhamento composto apenas por mulheres e destinada a um público exclusivamente feminino, o evento vai cruzar música, dança e espiritualidade. O início da tarde vai contar com leituras de tarot, entre outras actividades paralelas. Mas é também a partir das 19.00 que a música começa a animar o IDB. Umafricana, Miss DJ, R4kel e Sinnotsin serão as DJs de serviço.
Amoreiras Shopping Day

Amoreiras Shopping Day

Um dia em cheio para celebrar os 40 anos do Amoreiras Shopping Center. Entre as 10.00 e as 23.00, o centro comercial vai ser palco de concertos, workshops, descontos e degustações. Durante todo o dia, o acesso ao Amoreiras 360º Panoramic View será gratuito. Haverá ainda um professor de piano para orientar quem se quiser aventurar nas melodias, bem como bancas de personalização de acessórios, cocktails, ilustrações e maquilhagem. Dentro das lojas, encontra descontos especiais para assinalar a data. A música vai estar sempre presente. Primeiro, com DJ Blanc (no interior e também no miradouro). Para as 20.00, na Praça Central, está marcado um concerto de Carminho.
Amazonas

Amazonas

O Amazonas volta a levar o seu mercado de fim-de-semana até ao 8 Marvila. Durante dois dias, cerca de 70 marcas vão montar banca, com peças de moda, vintage, joalharia, design e lifestyle. Mas não fica por aqui – conte com um programa que inclui DJs, street food e workshops em áreas como o tufting, a cerâmica, a pintura de azulejos, a gastronomia e a joalharia, com sessões para adultos e crianças. No sábado, o evento vai ter direito a after party no Velours. No domingo, a animação chega com a roda de samba dos Patú Sambá.
ModaLisboa

ModaLisboa

O maior evento de moda da cidade está de volta. Durante quatro dias, marcas e designers como Béhen, Constança Entrudo, Luís Carvalho, Dino Alves, Nuno Baltazar e Gonçalo Peixoto, entre muitos outros, vão apresentar as suas propostas para a próxima Primavera/Verão. Os desfiles são acessíveis apenas por convite (com transmissão em directo online), só o desfile de Carlos Gil, marcado para sábado às 15.00, será aberto ao público, no MUDE e num troço da Rua Augusta. Será possível reservar lugar através de um formulário online disponibilizado pela ModaLisboa a partir de 5 de Outubro. No capítulo dos novos talentos da moda nacional, regressam as apresentações da plataforma Workstation, com Ariana Orrico, Francisca Nabinho, Mestre Studio, Arndes, Bárbara Atanásio e Çal Pfungst, além do concurso Sangue Novo que terá no dia 9 de Outubro o seu desfile eliminatório. Nem só de desfiles é composto o programa. Esta edição arranca no dia 7 de Outubro com a Conferência Internacional MODAPORTUGAL, no MAAT. Um dia depois, regressam as Fast Talks ao MUDE. Marcadas para as 17.00, têm este ano como mote "Creativity, Agency and Social Change". O acesso é gratuito mas exige registo prévio. Nos dias seguintes, as Fast Talks assumem a forma de dois workshops destinados a profissionais da indústria. E porque este pode muito bem ser também um pretexto para ir às compras, a ModaLisboa junta-se à House of Curated para abrir uma loja temporária recheada de designers portugueses. É de 1 a 11 de Outubro, das

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É loja, clínica e um refúgio de beleza. Na Skin Philosophy só há olhos para a pele

É loja, clínica e um refúgio de beleza. Na Skin Philosophy só há olhos para a pele

O espaço inspira serenidade e harmonia, assim que passamos a porta. Amplo, levemente perfumado, tingido de bege e pontuado por detalhes em tons pastel. O bem-estar é uma sensação desencadeada logo à entrada. A Skin Philosophy abriu no final do ano passado, pelas mãos das irmãs Beatriz e Joana Paulino, sob a premissa de reunir uma selecção generosa de produtos de marcas coreanas, mas também de pôr ao serviço dos clientes um conjunto de tecnologias que melhorem a saúde da pele. "Sempre quisemos criar algo as duas e a Beatriz introduziu-me à skincare coreana há quatro anos. Começámos a pesquisar, mas ter só produto não fazia sentido. Porque toda a gente é diferente, ficava a faltar ali um cunho pessoal. Começou aí todo o trabalho em torno dos tratamentos. A Beatriz começou a fazer formações na área, trabalhámos no projecto durante quase dois anos", explica Joana, que vive actualmente na Austrália e acompanha a evolução da Skin Philosophy à distância. DRSkin Philosophy "O foco sempre foi ajudar o outro. Sentimos que a parte de clínica conciliada com o produto acaba por ser um match perfeito e assim conseguimos criar um ecossistema aqui dentro para quem nos visita", acrescenta. O primeiro contacto, depois da recepção, é com o espaço da loja. A montra conta já com 14 marcas e uma selecção de produtos que responde às necessidades dos clientes – mais do que às trends das redes sociais, segundo justifica Joana. Biodance, Beauty of Joseon, Celimax, Haruharu Wonder, Medicube, Purito S
A alta-costura de Valentino chegou ao MAAT e trouxe peças de Joana Vasconcelos

A alta-costura de Valentino chegou ao MAAT e trouxe peças de Joana Vasconcelos

Chama-se Valquíria Vénus e é a peça que dá nome à nova exposição do MAAT. Uma estrutura canónica dentro do corpo de trabalho de Joana Vasconcelos – escultura bolbosa, suspensa na sala, que entretém o olhar, não apenas pela dimensão, mas sobretudo pela profusão de cores, materiais, técnicas e acabamentos. É também a peça que abre (ou fecha, depende do sentido) "VENUS – Valentino Garavani pelo olhar de Joana Vasconcelos", que abre ao público esta sexta-feira no MAAT. DR"VÉNUS – Valentino Garavani pelo olhar de Joana Vasconcelos" Esculturas e peças de alta-costura estão lado a lado. O diálogo é meramente formal e favorece ambas – afinal, a minúcia do acabamento, a engenharia invisível, a paciência na execução e o esmero no detalhe atravessam as construções da artista portuguesa da mesma forma que, por décadas, fizeram parte do trabalho de atelier de Valentino. A exposição vive desse paralelismo, mas também do contraste entre o luxuoso e o corriqueiro. "Objectos teoricamente banais convivem com peças de luxo e criam um diálogo", anuncia a artista, junto ao seu "trabalho de final de curso" – Flores do Meu Desejo, estrutura aberta aos visitantes mais afoitos, que aglomera dezenas de espanadores lilases –, aqui acompanhado por uma criação de alta-costura da colecção Outono-Inverno 2003/04. Mas voltemos à Valquíria Vénus, instalada numa ampla galeria do MAAT, a pairar sobre uma dúzia de marcantes criações de Garavani, que vão dos finais dos anos 80 até 2008. A música é de baile, o
8 Marvila encerra lojas até ao fim do mês. Ficam os espaços exteriores e os eventos

8 Marvila encerra lojas até ao fim do mês. Ficam os espaços exteriores e os eventos

Inaugurado há três anos nos antigos armazéns Abel Pereira da Fonseca, o 8 Marvila tem-se destacado enquanto projecto de promoção comercial e cultural nesta área da cidade. A ocupação de um espaço então devoluto foi, desde o início, provisória – por três a cinco anos –, já que o complexo de armazéns sempre esteve destinado a um projecto de reurbanização. Agora, com alguns dos contratos a chegarem ao fim, vários dos inquilinos estão de saída. "Desde a sua abertura, o 8 Marvila nasceu como um projecto provisório. O espaço foi adaptado para acolher um projecto de comércio e cultura independente com uma duração prevista de três a cinco anos. Nesta fase, três anos volvidos, os contratos de cedência de utilização no interior do espaço chegaram ao fim, mas os espaços exteriores e a actividade cultural do espaço vão continuar, com novos eventos e iniciativas culturais", esclarece um porta-voz do 8 Marvila à Time Out. Um dos primeiros sinais de que projectos residentes estavam a deixar o local chegou na passada quarta-feira, 23 de Setembro, quando o Coletivo Gira, grupo de samba formado por mulheres imigrantes, anunciava a saída do 8 Marvila e, consequentemente, a procura por um novo espaço. Os gestores do espaço não avançam uma data para a desocupação total e para a reconversão dos armazéns num complexo imobiliário, mas à Time Out informam que os lojistas dos espaços interiores saem até ao final do mês de Setembro. Entre eles está a loja Planta Livre For Home, dedicada a plantas ornam
Os hambúrgueres do Dallas deram à Costa... da Caparica

Os hambúrgueres do Dallas deram à Costa... da Caparica

É a quinta loja da Grande Lisboa (depois do Cais do Sodré, São Bento, Anjos e Carcavelos) e a primeira na Margem Sul. O Dallas Burger Joint, casa especializada em hambúrgueres, acaba de abrir na Costa da Caparica e já prepara a grande festa de inauguração. Vai ser no dia 26 de Setembro, sábado, com música e uma caça ao tesouro. Com um menu composto por seis hambúrgueres – incluindo o Italian Summer, o Chipotle Burger, o Truffle Mushroom e uma versão vegana – e batatas fritas e coleslaw na parte dos acompanhamentos, o novo espaço mantém-se fiel ao que tornou esta cadeia conhecida: o sabor da carne entre duas fatias de pão. DRDallas Burger Joint Costa da Caparica Para assinalar a abertura, haverá uma festa no sábado, dia 26 de Setembro. A música fica a cargo do DJ set de Décio, entre as 18.00 e as 23.00. Até esse dia, há tokens escondidos entre a Costa da Caparica e Almada e as pistas vão sendo lançadas nas redes sociais da hamburgueria. Cada token encontrado vale um hambúrguer grátis no dia da inauguração. Avenida General Humberto Delgado, 13B (Costa da Caparica). Qua-Dom 12.00-23.00 As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores quiosques de Lisboa. Se tem a operação biquíni em curso, dizemos-lhe onde estão os melhores restaurantes saudáveis, das saladas às sobremesas – e aqui tem os melhores sítios para sumos naturais e smoothies. Para experiências mais completas, espreite as nossas listas co
Pastrami, porchetta, mortadella e até carbonara. Na Gioco, cabe tudo dentro de uma focaccia

Pastrami, porchetta, mortadella e até carbonara. Na Gioco, cabe tudo dentro de uma focaccia

Mais São Bento do que isto não há. Estamos em frente à Assembleia da República, no coração daquele que a Time Out considera ser um dos bairros do ano. E foi aqui, no espaço de uma antiga loja de antiguidades, que abriu a Gioco, uma casa de alma italiana mas com um toque português. A especialidade? Sandes de focaccia para comer enquanto pisa a calçada portuguesa. É que os donos optaram por manter o chão do anterior estabelecimento, mas quase tudo o resto cheira e sabe a Itália. Alfredo Giangaspero e Manuel Reymão são os empreendedores de serviço. O primeiro é italiano, com vasta experiência na área da restauração. O segundo é português e deu por si cheio de vontade de abrir um negócio próprio. "Sempre viajei muito para Itália. Fui uma semana para Nápoles para aprender a fazer a massa e foi uma experiência incrível. E a ideia sempre foi esta – a venda de focaccia. Em Lisboa, acabámos por encontrar a pessoa perfeita, um pizzaiolo italiano que nos fez a massa. Foram longos meses até chegarmos exactamente ao ponto que queríamos – um equilíbrio entre a crocância do pão e o ar na massa. E acho que conseguimos isso muito bem", explica Manuel Reymão. DRGioco Eleita a fórmula para a massa, o menu foi construído com duas coisas em mente: clássicos italianos que ninguém manda para trás e umas quantas inovações, algumas demasiado intrigantes para deixar de provar. É o caso da Carbocream (10,90€), cuja guarnição recria a tradicional carbonara, com guanciale, pecorino e um molho especial
Mais sagrado do que profano, Cabrita Reis expõe quase 200 obras inéditas no MAAT

Mais sagrado do que profano, Cabrita Reis expõe quase 200 obras inéditas no MAAT

Aos 70 anos (feitos há pouco mais de uma semana), Pedro Cabrita Reis ocupa pela primeira vez o MAAT com uma exposição individual. "com o coração livre de cuidados", uma espécie de antecipação da sinopse fúnebre, não é uma retrospectiva, mas sim um conjunto de obras produzidas maioritariamente durante os últimos dois anos, já a pensar no convite feito pelo museu e pelo seu director, João Pinharanda, que é também o curador da exposição. A pintura ganha destaque, juntamente com a evocação de cenas bíblicas. Terá Cabrita Reis enveredado pelos caminhos da fé? O próprio esclarece que não. A sua fé na História da Arte, essa sim, segue inabalável. "Aquilo em que acredito verdadeiramente é no poder de transformação da arte. E essa arte, em mim, hoje, agora e nos últimos anos, tem sido um retomar de um processo de aprendizagem directa sobre o território de fé que é, unicamente, a História da Arte. Quando me debruço sobre uma temática formal e conceptual, aparentemente ligada às interrogações que decorrem da análise dos textos da liturgia ou dos evangelhos, de narrativas que vão desde a mitologia de Adão e Eva até, enfim, à Pietà, na verdade, o que me interessa é olhar para a forma como, ao longo da história, os que me precederam abordaram esses temas. Não faço aqui um exercício de devoção. Faço daqui uma transformação daquilo que é, para mim, a origem", contextualiza o artista. O calvário, a pietá e o pecado original – os evangelhos segundo Cabrita Reis "No princípio era o verbo, diz-s
Bairros com aura? São Bento está no top mundial

Bairros com aura? São Bento está no top mundial

Já lá vai o tempo em que um parlamento e uma mão cheia de antiquários eram as derradeiras atracções deste bairro. Um pouco específicas, não lhe parece? Entalado entre zonas emblemáticas de Lisboa – como a Estrela, o Príncipe Real, Santos e o Cais do Sodré –, São Bento é hoje um bairro pulsante da cidade e com franca margem para ficar ainda melhor. Falamos, claro, da variedade de restaurantes e cafés que povoam estas ruas – e que vão dos conceitos mais internacionais e cosmopolitas à cozinha de conforto –, mas também de como a zona se tornou um destino de compras por excelência, sobretudo de moda vintage e em segunda mão. Noutros pontos, arte e design convivem intimamente em galerias, estúdios de cerâmica e espaços reservados a criativos independentes. Com a abertura das novas estações de metro, prevista para o início de 2027, toda esta vida vai ficar ainda mais à mão de semear. Eis porque São Bento integra a lista dos bairros mais cool do mundo de 2026, pondo Lisboa na 13.ª posição do ranking anual da Time Out, que inclui desde centros urbanos a zonas à beira-mar, bairros acolhedores e quarteirões industriais – todos nomeados pela nossa rede global de especialistas locais.  RITA CHANTREFúria, em São Bento Duarte DragoMarquise da Mobler © Francisco Romão PereiraArquívos Um dia perfeito no bairro de São Bento tem de incluir um pequeno-almoço na Marquise da Mobler, que contagia toda a rua com o aroma dos seus pães e bolos. Depois, pode queimar calorias no Prescription, o p
Rosa-choque, corsários e cintura descida. Nesta loja, nunca saímos dos anos 2000

Rosa-choque, corsários e cintura descida. Nesta loja, nunca saímos dos anos 2000

Nenhum detalhe foi deixado ao acaso na iDream. A loja de Catarina da Paz e Laura Real abriu este Verão, na zona das Olaias, e é uma espécie de cápsula do tempo. De 2026 retrocedemos imediatamente para a primeira década deste século. A loja vende maioritariamente roupa, mas também alguns acessórios. Espere, por isso, encontrar muitas calças de cintura descida, tops e t-shirts de cores que já tínhamos amaldiçoado – laranja, turquesa e rosa-choque, claro –, bermudas, tachas e brilhantes. O estilo é mundialmente conhecido como Y2K. E estas duas amigas levam-no ao limite. "Sempre comprámos roupa em segunda mão e falámos sobre isso", introduz Laura. "Conhecemo-nos há anos e já tínhamos este gosto em comum. Só que na altura era um nicho, não era muito comum as pessoas gostarem de segunda mão e de moda Y2K. Não era de todo trendy e isso foi uma das coisas que nos fez ser amigas", completa Catarina. "E sempre dissemos que íamos abrir uma loja, mas achámos sempre que não ia haver assim muito público. Entretanto, começaram a aparecer mais lojas, a ficar mais trendy e então ou fazíamos ou não fazíamos", remata Laura. Rita ChantreiDream A iDream esconde-se nas arcadas de um prédio, junto à rotunda das Olaias, a dez minutos a pé do metro do Areeiro. O vinil nas janelas já deixa antever o conteúdo. Atravessado o colorido template de um famoso sistema operativo, as reacções dividem-se – millennials vão embarcar numa viagem pelos tempos de adolescência, enquanto a clientela gen z vibra com
Repasto ou asneira? Fomos à Mouraria ver o que o KerAlho tem de tão especial

Repasto ou asneira? Fomos à Mouraria ver o que o KerAlho tem de tão especial

Muita calma ao pronunciar o nome deste restaurante em voz alta. Nem todos os ambientes podem ser os mais adequados e nem toda a gente poderá ter o mesmo nível de receptividade ao convite. Chama-se KerAlho, trocadilho cunhado por Saul Ricardo, quando tinha apenas nove anos, e abriu em Dezembro do ano passado na Mouraria. Nas redes sociais, sobretudo no Instagram e no TikTok, tornou-se viral – não propriamente pela sofisticação do seu fine dining, pela cozinha sazonal ou por ser um acérrimo defensor do farm to table (palavrões iguais ou piores) –, mas por cair no goto da maioria, ou de muitos, pelo menos. E tudo o que faz rir, regra geral, tende a propagar-se depressa. Escutámos a piada, rimo-nos q.b. e resolvemos aceitar o convite para ir jantar ao KerAlho, sem nunca esperar, no entanto, que o slogan "Bitoque Abras" fosse levado à letra. A casa tem apenas dois pratos principais: os clássicos bitoque e bacalhau à Brás. Antes disso – e antes das próprias entradas –, algum contexto para o nome desconcertante. "O meu pai e a minha avó são de Mirandela e lá em cima dizem-se muitas asneiras. Sempre que ia visitar a minha avó, ela dizia-me: ah, o meu netinho do caralho. Achei que era um excelente nome para homenagear essa parte da minha cultura", explica Gonçalo Lopes, o proprietário, que está longe de ser um novato nestas andanças. Rita ChantreRestaurante KerAlho No final de 2022, abriu um restaurante vocacionado para pequeno-almoço e brunch, o Breakfast Lovers. Hoje, é uma cadeia
Casa Aberta: este rooftop é um entra-e-sai de chefs

Casa Aberta: este rooftop é um entra-e-sai de chefs

Subir a um terceiro andar em Lisboa pode não parecer grande feito, mas – acredite – este é brindado com uma vista romântica sobre os telhados e telhadinhos de São Bento. Desde o início de Julho que o terraço do antigo Selina está novamente de portas abertas. E, nem de propósito, chama-se Casa Aberta. O nome é levado à letra todos os fins-de-semana. Sucedem-se os chefs convidados – portugueses e não só –, num calendário de pop-ups que abrange diferentes gastronomias. "Criámos algo que é mais do que um restaurante de hotel ou do que um bar de hotel. É um destino também para os locais e uma plataforma que envolve quem está a fazer coisas boas na cidade – chefs, gente da indústria musical, artistas, designers. Um espaço para o diálogo, no centro da cidade e com espaço ao ar livre, mas também interior." O resumo é feito por Ludovico Leopardi, o mentor deste espaço num hotel que agora se chama Atipico. DRCasa Aberta A Casa Aberta é, na verdade, o primeiro espaço do empreendimento a abrir ao público em geral. Para Outubro prevê-se a abertura de um restaurante no piso térreo, com acesso directo para a Rua Fernandes Tomás, e um café nesse mesmo andar. Seguir-se-á uma remodelação no próprio hotel, que vai incluir os 74 quartos e as zonas comuns. Aqui, Leopardi, que traz no currículo um projecto de street food (as Sidewalk Kitchens) e um listening bar (o Onda), ambos em Milão, quer criar um ponto de encontro para criativos locais e para um público aficcionado das artes e da gastronomi
Tem sauna, yoga, barre e musculação. É bege e é o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas

Tem sauna, yoga, barre e musculação. É bege e é o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas

É a partir de um longo corredor bege que o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas se ramifica pelas várias modalidades de treino. Form, Build, Barre e Yoga – o espaço foi concebido para responder a mais do que uma necessidade de movimento, mas sobretudo para proporcionar uma sensação de abstracção assim que se cruza a porta. "Desenhámos este espaço para ser minimalista, um sítio onde o olhar consegue descansar, sair do stress da cidade e chegar a uma espécie de calma", explica Guga, uma das três sócias da Reset Society. Os interiores têm a mão do Alca Design Studio, que tingiu o espaço de bege e equilibrou as linhas rectas com superfícies curvas. A harmonia é total, também graças ao desenho de luz de Joana Forjaz. Em três salas, a Reset Society arruma diferentes experiências de treino – a musculação, com capacidade para oito pessoas, o treino de resistência com máquinas reformer, com espaço para seis pessoas, e um estúdio equipado para aulas de barre, inspiradas nos movimentos e posturas do ballet clássico, mas também para aulas de yoga, nas vertentes vinyasa e yin. A primeira fisicamente mais exigente, enquanto a segunda tem um registo contemplativo e meditativo. DRReset Society Ao fim de uma semana de portas abertas, o treino de força já se revelou o mais popular. "Vimos que há uma lacuna no mercado em termos de aulas de força. Normalmente, ou as pessoas têm personal trainer, que é óptimo mas por ser mais caro não é acessível a toda a gente, ou estão em aulas de grupo
Ostras, gildas e empanadas: este salão pede petiscos de fim de tarde e vinhos naturais

Ostras, gildas e empanadas: este salão pede petiscos de fim de tarde e vinhos naturais

Habituámo-nos a chamar a este espaço Comida Independente, mas a mercearia e garrafeira de Rita Santos, direccionada para pequenos produtores regionais e nacionais, fechou portas no Verão do ano passado. Não sem que antes a proprietária, que por ali ficou durante sete anos, tenha acautelado uma sucessão digna. "A Rita é uma amiga e ligou-me a perguntar se conhecia alguém, porque ela queria passar o espaço a alguém de confiança", começa por contar Natalia Sly, uma das sócias do Salón, que abriu ainda no final do ano passado. Lançado o repto, o plano seguiu por via telefónica. Segundo Farrell, amigo, compatriota e chef de um outro restaurante não muito longe daqui, alinhou em tomar conta da cozinha. Com um terceiro sócio, Márcio Duarte da Tasca Zebras, o projecto ganhou forma. A começar pela transformação do espaço – não foi profunda, Natalia apenas o tornou mais amplo, com um balcão oval ao centro. "Para mim, este espaço já era perfeito. Fica no centro de Santos, mas tem este espaço todo para a esplanada. Reciclámos o que já havia – os frigoríficos, o chão é o de antes. Só tirámos as paredes todas de dentro e fizemos um salão mesmo", refere. Rita ChantreSalón O espaço denuncia sentido estético, mas também o desejo de criar um ambiente informal. As mesas estão cobertas pela tradicional toalha branca de papel texturada, mas há dois balcões em alternativa – um de inox que circunda a coluna central, o outro voltado para a zona de preparação dos pratos. É o território do chef arge